Junho é o Mês do Orgulho LGBT. Todo ano, a data é recheada de comemorações e festas, como a Parada LGBT de São Paulo, mas também de reflexões sobre a luta constante na busca pela igualdade. 

No entanto, como tudo em 2020, esse deve ser um junho diferente para o movimento LGBT, já que a pandemia impede praticamente qualquer tipo de festividade, menos, lógico, as manifestações feitas diretamente de casa.

Então, para você poder curtir a data em casa, fizemos uma lista com as melhores séries LGBT para você assistir durante junho de 2020. A lista traz programas divertidos, educacionais, reais, emocionais, etc. 

Confira!

Vida

  Starz/Reprodução 

A série se passa em uma comunidade latinx em Los Angeles e segue a vida de duas irmãs mexicano-americanas, Emma (Mishel Prada) e Lyn (Melissa Barrera), que precisam reestruturar suas vidas após a perda da mãe, voltando ao bairro onde cresceram. 

Lá, elas descobrem mais sobre a sexualidade da mãe. Vida é uma série com bastante peso dramático e com cenas de sexo gay abertamente exploradas.

Visible: Out on Television

  Apple/Reprodução 

A série da Apple TV+ traz uma visão mais documental sobre como a TV tratava — e ainda trata —  os gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e não-binários. 

O programa aborda desde as notícias paranoicas da década de 1950, quando se tratava o assunto como uma grande ameaça à sociedade, até os dias de hoje. 

É um programa com uma característica bem educativa que traz imagens de arquivos, entrevistas, reportagens, além de entrevistas com personalidades como Oprah e Billy Crystal.

Looking

  HBO/Reprodução 

Looking é uma série da HBO feita após o sucesso de Queer as Folk no canal Showtime. A HBO resolveu fazer um programa aos mesmos moldes trazendo a história de Patrick (Jonathan Groff) e seus amigos, que buscavam conhecer melhor as suas vidas amorosas. 

A série teve duas temporadas e um filme para a TV. Apesar da pouca duração, o programa consegue abranger bem temas como namorar alguém com HIV ou questões como ter vergonha do próprio corpo.

Work in Progress

  Showtime/Reprodução 

Essa é uma comédia semi-biográfica da comediante Abby McEnany, uma mulher gay de cerca de 45 anos (McEnany) que se autodefine como “gorda e esquisita” e acaba em um relacionamento “vibrantemente transformador”. 

A série é engraçada e leve, e ainda aborda outros temas como a depressão e o TOC, trazendo uma visão mais real da comunidade LGBT. Lily Wachowski, criadora de Sense8esteve envolvida na criação do programa.

The Bisexual

  Channel 4/Reprodução 

The Bisexual é um drama que tenta buscar um caminho contrário de outros programas LGBT, que por muitas vezes trazem pessoas em relacionamentos héteros descobrindo que são homossexuais. 

Em The Bisexual, Leila termina seu relacionamento lésbico de uma década para explorar a sua bissexualidade. O programa busca abordar a sexualidade de forma ampla e trazer discussões sobre o preconceito que existe mesmo dentro da comunidade LGBT.

Pose

  FX/Reprodução 

A série do FX é ambientada décadas atrás e traz o surgimento de muitas das características, gírias e comportamentos comuns à comunidade LGBT. 

A série segue as personagens Blanca, Elektra, Angel e Pray Tell, que fazem parte de uma comunidade negra e latinx e que se uniram para sobreviver aos preconceitos, além da busca pelo amor próprio, relacionamentos e felicidade.

Feel Good

  Netflix/Reprodução 

Mais uma série semi-autobiográfica. Criada por Mae Martin, a trama conta a história de uma comediante canadense que mora em Londres e entra em um relacionamento com uma mulher, George, que é um pouco neurótica e que nunca teve outros relacionamentos antes. 

Mae é uma ex-viciada em drogas e que agora possui um novo vício, George.

We're Here

  HBO/Reprodução 

A série segue as drags Bob, a Rainha Drag, Eureka O'Hara e Shangela Laquifa Wadley, participantes de RuPaul’s Drag Race, através de suas viagens em diversas cidades dos EUA, onde realizam seus espetáculos, além de transformar algumas vidas por onde passam.

Gentleman Jack

  HBO/Reprodução 

A série se passa nos anos de 1800 e conta a história de Anne Lister, que, com seu trabalho, conseguiu mudar para sempre a maneira como a história de mulheres lésbicas é vista. É um excelente trabalho da atriz Suranne Jones.

Partiu maratonar, queridxs?

Texto escrito por Marcelo de Morais via Nexperts.