No filme Lost Girls - Os Crimes de Long Island, da Netflix, Shannan Gilbert está desaparecida. E como ela, estão várias outras jovens mulheres nos subúrbios da cidade de  Nova York, em Long Island. 

Enquanto a mãe preocupada de Shannan, Mari (Amy Ryan), decide descobrir sozinha o que aconteceu, sua pressão implacável sobre a polícia e seu comissário (Gabriel Byrne) leva à descoberta de várias prostitutas mortas e à caça de um serial killer.

"Este filme é sobre acreditar em mulheres", diz a diretora Liz Garbus (What Happened, Miss Simone?). "Dizem a essas famílias que não há nada que a polícia possa fazer e os desaparecimentos são virtualmente ignorados porque as mulheres ganharam dinheiro como trabalhadoras do sexo".

Lost Girls: diretora diz que o filme é sobre acreditar nas mulheres
Amy Ryan como Mari Gilbert (Fonte: Netflix/Reprodução)

Baseado no livro de não-ficção de 2013, do jornalista investigativo Robert Kolker, sobre os assassinatos ainda não resolvidos cometidos pelo chamado Gilgo Beach Killer, Lost Girls se concentra em Mari enquanto ela une os entes queridos das vítimas para tentar garantir que suas irmãs e filhas não sejam esquecidas.

"Mari é uma verdadeira mulher americana - uma que nem sempre vemos retratada em filmes", diz Garbus, que passou um tempo com Gilbert e visitou a área onde os corpos foram encontrados. "Eu quero que você passe a amar Mari porque simpatiza com as lutas dela e admira sua força, não porque ela é doce ou fácil de se conectar. Ela ganha o seu respeito."

O elenco do longa conta com Amy Ryan (The Wire), Thomasin McKenzie (Jojo Rabbit), Gabriel Byrne (Vikings), Dean Winters (Law & Order: Special Victims Unite Lola Kirke (Mozart in the Jungle ou Sinfonia Insana, como conhecida no Brasil).

Baseado em uma história real, Lost Girls - Os Crimes de Long Island estreia na sexta-feira, dia 13 de março, na Netflix.

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Texto escrito por Luís Costa via Nexperts.