The Power, adaptação da obra da britânica Naomi Alderman, já possui dois nomes para seu elenco. As atrizes norte-americanas Leslie Mann e Auli’i Cravalho (Rise) foram escaladas para serem as protagonistas da trama de ficção científica feminista da Amazon Prime Video.

Em um mundo em que as mulheres são o gênero dominante, Leslie Mann vai interpretar Margot Cleary-Lopez, prefeita da cidade americana de Seattle. Casada e mãe de três filhos, a personagem é descrita como uma pessoa inteligente e poderosa.

The Power: Leslie Mann vai estrelar série da Amazon Prime Video
Leslie Mann será Margot Cleary-Lopez, prefeita de Seattle nos EUA. (Fonte: IMDb/Divulgação)

Entretanto, o sucesso da carreira de Margot gerou diferentes efeitos no relacionamento dela com o marido Rob e a filha Jos (Auli’i Cravalho). Enquanto um demonstra grande apoio, o outro reage com mágoa e sente-se traído.

Reed Morano (The Handmaid’s Tale) será a diretora e uma das produtoras executivas de The Power. Com 10 episódios, a atração conta com um time de roteiristas formado apenas por mulheres. A série deve estrear no Amazon Prime Video em algum momento de 2020.

The Power: Leslie Mann vai estrelar série da Amazon Prime Video
Auli’i Cravalho vai interpretar Jos, filha da personagem de Leslie Mann. (Fonte: IMDb/Divulgação)

A história de The Power

Lançado em 2016, The Power apresenta ao leitor um mundo em que todas as garotas adolescentes desenvolveram o poder de emitir ondas de choque através das mãos. Logo, descobre-se que a habilidade pode ser transmitida para mulheres mais velhas. Então, em pouco tempo, todas as mulheres do mundo dominam essa aptidão.

A história acompanha quatro mulheres de diferentes países e culturas. Desta forma, ela explora como cada uma delas reagiu ao poder e como isso afetou suas relações. Assim, de maneira geral, o livro mostra uma sociedade em que as mulheres são o gênero dominante.

Por essa obra, a autora Naomi Alderman conquistou o prêmio Baileys Women’s Prize for Fiction em junho de 2017. Além disso, a publicação ficou em evidência após o ex-presidente americano Barack Obama elegê-la como um dos seus livros favoritos de 2017.

Por Luiz Paulo Charleaux via nexperts.