Graham Chase Robinson, ex-assistente executiva de Robert De Niro, está processando o ator em 12 milhões de dólares alegando discriminação sexual e abuso no ambiente de trabalho.

O curioso é que a empresa dele, a Canal Productions, já estava processando a ex-funcionária em 6 milhões sob uma acusação de lavagem de dinheiro e, acredite se quiser, por passar quatro dias maratonando Friends na Netflix durante o horário de trabalho, entre outras coisas.

Segundo o processo de Robinson, De Niro usava linguagem sexista de propósito, chamando as empregadas femininas por termos, digamos, não adequados ao ambiente profissional. A ex-assistente teria sido chamada de "esposa do escritório" e obrigada a fazer tarefas domésticas, além de ter sido obrigada a ouvir piadas sobre a receita de viagra do ator. A cereja do bolo seria o salário, abaixo do de seus colegas homens em posições parecidas.​

Robert De Niro é acusado de discriminação e abuso por ex-assistente(Fonte: Warner Bros./Reprodução)

Já a produtora de De Niro acusa Robinson de ter comido em restaurantes caros e feito viagens particulares usando o cartão corporativo, além de ter usado 125 mil dólares em milhas sem autorização da empresa. A ex-assistente alega que este processo destruiu sua carreira, já que as acusações feitas pela Canal são os primeiros resultados nas pesquisas por seu nome.

Robert De Niro está nos cinemas atualmente com Coringa. No final de novembro chega à Netflix The Irishman, aguardada nova colaboração entre o ator e Martin Scorsese, diretor que lançou sua carreira nos anos 70.

Este texto foi escrito por Luiz Gustavo Vilela via nexperts.