Atenção! O texto a seguir comenta os acontecimentos do episódio 6x15 de The Blacklist, revelando spoilers da trama e discutindo as principais repercussões. A leitura é recomendada aos fãs que assistiram ao episódio.

Reddington puxa mais um coelho da cartola – ou melhor, um nome da Lista Negra – para encontrar provas contra sua nova oponente, inimiga dos Estados Unidos e a alta oficial do Departamento de Justiça, Anna McMahan.

A blacklister da semana é Olivia Olson, uma mulher que que aprendeu a gerenciar aquisições hostis em Wall Street, e agora faz o mesmo com organizações criminosas, identificando competidores vulneráveis e influenciando o mercado do crime.

Para Reddington, Olivia Olson não é apenas uma competição para suas próprias atividades criminosas, mas alguém que tem informações sobre o plano contra os Estados Unidos e o envolvimento de Anna McMahan nesse esquema. Para a Força-Tarefa, investigar uma blacklister com conexão com McMahan não é uma missão fácil, e a operação precisa ser realizada com toda confidencialidade para não chamar a atenção da chefia.

Claro que Raymond Reddington tem sua própria maneira de trabalhar no caso e, indo contra as ordens da Força-Tarefa, questiona Olivia Olson sobre o envolvimento de McMahan logo na primeira oportunidade. A intenção do criminoso é ver como a infiltrada no governo responderá às suas suspeitas.

A ação de Red tem uma consequência direta – resultando em uma das melhores sequências do episódio – com a oficial de Justiça aparecendo de surpresa na sala de Harold Cooper, no exato momento em que o diretor da Força-Tarefa discute com Reddington sobre o cuidado que precisam ter com McMahan.

Harold consegue despistar a supervisora enquanto a equipe corre para capturar Olivia Olson. A blacklister consegue fugir do FBI, mas seus servidores com dados dos grupos criminosas são apreendidos e, com a ajuda de Aram, decodificados e copiados.

Após entregar o material para que McMahan faça o devido encaminhamento em seu departamento, Cooper nota que ela omitiu um dossiê em particular, intitulado o “Terceiro Estado” – uma referência à Revolução Francesa e aos outros 99%, lembra Reddington. Para Red e Força-Tarefa, o caso Olivia Olson forneceu uma prova e uma vantagem contra Anna McMahan.

Outros desenvolvimentos

Enquanto a Força-Tarefa buscava provas para desvendar a conspiração dentro do governo, Aram tentava chantagear Red para levá-lo até Samar. A narrativa paralela é outro destaque do episódio, apresentando uma dinâmica diferente para os dois personagens. Na trama, Aram “sequestra” US$ 60 milhões da conta de Reddington para obrigar o criminoso a revelar o esconderijo de Samar. A história serve para honrar o amor de Aram por Samar, enquanto ele aceita a decisão de sua amada e compreende que ela “foi embora para sempre”.

Elizabeth, por sua vez, não parece mais interessada em descobrir quem é o impostor que se passa por Raymond Reddington, possivelmente pela culpa que sente em ter o levado à prisão (e quase à injeção letal) e pela estranha afeição que nutre pelo criminoso, porém, isso não impede Ressler de iniciar sua própria investigação sobre o passado de Red, Liz e Katarina Rostova.

Por fim, será que devemos começar a nos preocupar com a saúde de Reddington após o criminoso aparecer tomando remédios e aplicando injeção?

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E aí, o que você achou do episódio 6x15 de The Blacklist?