Alerta! Este texto contém SPOILERS do episódio 3x13 de The Good Place, "Pandemonium".

A season finale da 3ª temporada de The Good Place não só se dedicou a nos fazer rir, mas deve ter arrancado algumas lágrimas dos espectadores mais emotivos.

Em uma nova jogada suja do Lugar Ruim, os quatro escolhidos para participar do experimento de Michael, Eleanor e cia – que precisam provar à juíza que outros humanos podem conseguir redenção nas mesmas condições que eles tiveram – são as pessoas perfeitas para torturar cada um deles.

Até então, só conhecemos dois desses participantes: John, um colunista de fofoca que traz à tona todas as inseguranças de Tahani, e Simone, a ex namorada de Chidi. Mesmo que Simone não tenha nenhuma lembrança de ter conhecido Chidi ou os outros, ele sabe que vai estragar tudo ao não conseguir disfarçar seu constrangimento perto dela.

É por isso que o professor de filosofia sugere que Michael apague sua memória de Simone – o que automaticamente apagaria seu relacionamento com Eleanor e os outros. O demônio e a “nova arquiteta” protestam, mas Chidi consegue convencer os dois que esse é o único jeito do experimento dar certo.

Mas antes, o casal se despede assistindo os “melhores momentos” das várias vezes em que se apaixonaram em um telão – uma cortesia de Michael. Entre piadas, os momentos finais do último episódio da temporada entregam algumas bonitas reflexões sobre o amor e a importância da imprevisibilidade da vida.

  • Obs: mais alguém está ansioso para conhecer as pessoas designadas para complicar as vidas de Jason e Eleanor?
  • Obs2: É muito conveniente que Simone tenha morrido logo após o início do experimento, será que Shawn tem um dedo nisso?
  • Obs3: a 4ª temporada de The Good Place ainda não tem data de estreia, mas já foi confirmada pela NBC.

Essa pode não ter sido a maior reviravolta da série até então – como bater o momento "Este é o Lugar Ruim" e "Vamos mandar eles de volta para a Terra!"? –, mas um novo reboot em uma comédia que sabe se reinventar com maestria e abusa da própria insanidade de sua premissa.