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Dexter - 4x01 - Living the Dream

Por Lylla, em 22/08/2009
Como na temporada passada, o primeiro episodio da nova temporada vazou com mais de um mês de antecedência em relação a estréia.
Eu assisti. Se você não gosta de Spoilers, pare de ler agora. Repito, pare de ler agora.
Spoleirs nem de longe descrevem o primeiro episódio da quarta temporada de Dexter
Temos uma recapitulação de personagens até pouco mais de quatro minutos e uma variação da fala habitual do protagonista em abertura de temporadas:
“Essa é a noite. A noite que um segredo primordial e uma necessidade me chama. Eu esperei, e esperei. Mas hoje à noite, essa noite... é a hora. Essa é a noite em que eu finalmente... durmo.” Somos apresentados ao bebê - Harrison – e aos sérios problemas para dormir que sua chegada a vida de Dexter. “É clichê, ou assassinos em série são sempre descritos como quietos, fechados e meio solitários? É clichê por algum motivo.” Ele e Rita tem que lidar com a família agora: A filha que está tentando marcar território, o filho quer fazer o que quer quando quer, o bebê não dorme. Temos problemas no Tribunal – como mostrados no trailer –, Anton e Debra continuam bem, Debra tenta arrumar um par para Maria, que recusa, temos um novo casal na série, a volta de um personagem da segunda temporada, o primeiro assassinato do novo “Serial Killer” desta temporada, a primeira caçada de Dex, Debra procurando, dentre as informantes do seu pai quem teria sido a amante dele, Quinn sendo usado por uma repórter local. Atividades importantes sendo interrompidas e conseqüências gigantescas da ausência de sono do Dexter.
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Dublagens

Por Lylla, em 13/08/2009
Falando em assistir...
Constantemente se reclama da variação de audiência dos canais de tv no Brasil mas não se estudam os porquês. O telespectador começa a se animar com algum programa que começa a assistir – uma série, por exemplo – e esta é cancelada ou mudam o horário desta (muitas vezes sem aviso prévio). Ou ainda, finda uma temporada, a seguinte tem sua estréia postergada indefinidamente. O espectador perde o interesse, e depois fica a emissora lamentando que o programa não teve o retorno esperado. Nem vou entrar no mérito – ou na falta deste – dos redatores em manter atenção dos fãs que conseguem conquistar. Meu problema é com duas coisas: 1) os horários impossíveis, como meio de tarde e alta madrugada, quando os programas que deveriam ser carro-chefe de programação são exibidos; 2) a quebra de continuidade, com programas (locais ou importados) que perdem sua sequencia lógica, sofrem com a variação de horário ou (suprema estranheza que acomete os enlatados) traduções mal feitas, ora dubladas ora legendadas.
Não sou contra dublagens como os mais puristas. Existem muitas – muitas mesmo – dublagens que imprimem à cena uma emoção mais convincente que aquela emprestada pelo ator/atriz original. Pra não ofender ninguém, não vou mencionar a infinidade de atores/atrizes cujas vozes dos dubladores combinam infinitamente mais que suas próprias vozes. Me ocorre agora o enredo de Cantando Na Chuva, com a transição do cinema mudo para o falado e a decadencia de atrizes (naquele filme, especificamente) de belos rostos e vozes desagradáveis. O que acontece em muitas dublagens é exatamente isso: vozes que se casam à perfeição com rostos e trejeitos que vemos na tela.
Recentemente constatei que os dubladores brasileiros são os melhores do mundo. Gente, acessa o You Tube e procure por qualquer programa, onde você conheça a voz original, e digite um idioma qualquer. Qualquer um, sério. Presto minhas homenagens à dublagem nacional, que considero a melhor, acima de qualquer dúvida ou suspeita.
Meu problema é com a outra parte. Pois é, aqui é meio a meio. Metade dos(as) dubladores(as) é genial. Genial é a palavra. Mas outros, eu simplesmente não entendo como chegaram a essa profissão. Falta o principal. Não, uma bela voz não é indispensável. O necessário é a emoção e a sincronia. E isso falha. Muito.
Não sei quantos estúdios fazem esse trabalho no Brasil. O que acho no mínimo curioso é o contrato que as emissoras (abertas e por assinatura) tem com certos estúdios. Não existem meios termos! Ou são ótimas dublagem, em todos os programas exibidos, ou são horrorosas e igualmente na totalidade da programação. O que tem de caras fortões com voz de barítono não tá escrito! E não tem nada a ver com o ator ou a personagem! Não é parte da caracterização! Haja voz díspare da idade! Haja emoções surgindo onde não existe – ou não aparecendo onde deviam estar.
Nossa fugi totalmente do que pretendia abordar. Eu ia reclamar do atraso de OTH no Brasil – é, essa era a reclamação – e caí no papo dublagem. Aliás, momento rasgação de seda: adoro a dublagem de OTH. Quando comecei a assistir legendado estranhei horrores! Ao contrário da maioria dos fãs, eu gostei da dublagem de Friends. E poderia citar muitas outras, maravilhosas.
Só que com a dublagem temos outro problema recorrente: a necessidade da mudança de dublador. Gente, eu amava o Seth de O.C. E sim, eu conheço a voz do Adam Brody, sei bem que o tom em nada se assemelha com a versão nacional. Ainda assim, em razão do hábito, do costume, tive uma rejeição sem tamanho quando o dublador foi substituído. Eu sei que é quase comum, nas séries americanas, se mudarem os atores que representam certos personagens. Na própria O.C., os irmãos dos protagonistas foram substituídos, da primeira temporada para as temporadas seguintes (se você só pensou na Kaitlyn, tente lembrar do primeiro episódio e do Atwood mis velho: aha! O Trey era literalmente outro!) Mas, por mais estranho que pareça, é mais facil se acostumar com um novo rosto do que com uma nova voz a um face já conhecida.
As vozes do Jude Law e da Cameron Diaz são sempre muito boas, deveras expressivas. Pegue “o amor não tira férias (The Holiday, 2006)”. Frases tão simples e curtas que expressam tanto. No diálogo sobre as preliminares superestimadas, por exemplo. Uma fala que poderia estar no teatro de tão expressiva e tão bem casada. Outra dublagem que eu amo é da Kate Hudson em “Como perder um homem em dez dias (How to lose a guy in ten days, 2003)”. Tinha tudo pra dar errado! A Kate está perfeita no filme, uma variação de tons magnifica entre os momentos sã, decidida, altiva, risonha, sussurrante, fingindo louca estérica ou chorosa, emocionada de verdade, cantando bem ou berrando bêbada. Era uma prova de fogo disfarçada de comédia romântica que atriz enfrentou maravilhosamente. O desafio se repetiu na dublagem e mais uma vez, a interprete saiu vitoriosa e quem ganhou foi o público.
Com certos atores, as dublagens são mais problemáticas. Leonardo DiCaprio, por exemplo. Não sei se teve muitos dubladores desde o início da carreira ou se é um só que mudou muito. Mas odeio a dublagem de “A Praia(The Beach, 2000)” (não que seja lá uma grande fã do filme), e acho fabulosa a de “Os Infiltrados (The Departed, 2006)”. Acho a de “Prenda-me se for capaz (Catch me if you can, 2002)” confusa. Tem grandes momentos – quando o rapaz ainda está na escola, e assume o tom de autoridade para se passar pelo substituto, ou sempre que está animado – e horas de falha – não consigo me convencer, ao ouvir em português, que é a mesma personagem por quem me apaixonei no inicio, por exemplo, quando ele tenta convencer a noiva a fugir com ele. A mesma pessoa, o mesmo filme, a mesma voz. No original, maravilha. Em português, disforme. Bem, é uma obra só, e todo mundo tem suas fases.
Esse ano, me juntei a turma que se revoltou com o dublador do Sean Penn, que se recusou a trabalhar em Milk, alegando questões de ordem pessoal, por ser pastor, e acreditar que sua comunidade não conseguiria distinguir suas duas profissões. Nem vou engrossar o coro que estranha ele achar tudo bem dublar um assassino mas não um defensor dos direitos humanos. Meu problema é que, ao aceitar a incumbência de se tornar a “voz” de um ator, o público associa os fatores. É horrível ver alguém abrir a boca e de repente a sensação que se tem é de “que voz é essa?” ou “essa voz não é dele!”. É claro que não é, mas é como se fosse. A rejeição a fatores assim influi diretamente na aceitação do filme (frase horrível!)
Sem manifestos dessa vez. Presto minhas homenagens aos ótimos profissionais do ramo e sugiro mais treinamentos aqueles não tão bons. Just Like That.
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Casais de séries fora das telas

Por Lylla, em 12/08/2009
Recentemente Anna Paquim e Stephen Moyer anunciaram noivado. Eles que já eram um casal em True Blood, agora vão trocar alianças fora das telas. Não são o primeiro casal de série que traz isso pra fora das telas. Nem preciso puxar pela memoria para lembrar de Chad Michael Murray trocando alianças com Sophia Bush bem quando Lucas e Brook estavam juntos em One Tree Hill. Ok, não durou, e hoje ela está com o Igualmente gato igualmente astro na mesma série, o irmãozinho do Lucas, James "Nathan" Lafferty. Quando contracenavam em Gilmore Girls, Milo Ventimiglia e Alexis Bledel namoraram bem mais sério que Jess e Rory. O Rapaz, reza a fama, adora uma colega de cena, tanto que entrou noutra série (Heroes) e arranjou nova namorada (Hayden Pannetiere, a Claire Bennet). Ok, eu sei, já acabou. Outros que terminaram foram a Summer e o Sth, digo, a Rachel Bilson e o Adam Brody, de The O.C. A lista é longa. Michael C. Hall e Jennifer Carpenter, se ficassem juntos em Dexter, cometeriam incesto - já na vida real, se casaram sem problemas em janeiro desse anos. Isso sem mencionar o crossover de séries e casais - e falo no Jensen Ackles(Supernatural) e Dannel Harris(OTH) só pra ilustrar. E aí, quem é seu casal favorito?
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