mateusroque
Alterar Imagem
mateusroque
Nível 2

Cadastro: 08/07/2009
Rio de Janeiro -
Meus favoritos
Séries:
31
Artistas:
16
Novidades:
2
Contribuições
Opiniões
Séries:
8
Episódios:
4
Artistas:
1
Novidades:
1
Comunidade
Postagens em fóruns:
1
Mensagens no Meu Blog:
4
Meu Blog
Mensagens Postadas (4)

[Off] Twitter - moda passageira ou não ?

Por mateusroque, em 09/07/2009
Pessoal , quem de vocês tem Twitter ? Juro que de cinco pessoas só uma tem o tão famoso Twitter . Leia esta matéria feita pelo site 'Clicrbs.com.br' :

Uma das ferramentas mais famosas da internet na atualidade chegou mais uma vez ao auge na grande mídia tradicional: a capa da revista Time. O Twitter – ferramenta que permite a troca de mensagens de até 140 caracteres – deve “mudar as nossas vidas”, segundo a publicação norte-americana.

A edição de 15 de junho da publicação traz na capa uma reprodução do tweet do repórter Steven Johnson sobre a matéria:

“Eu escrevi a matéria de capa da TIME desta semana sobre como o Twitter está mudando nossas vidas – e nos mostrando o futuro da inovação. Compre uma!”

O texto explica como funciona a ferramenta, seu mote inicial – o que você está fazendo agora? – e o conceito de “conversação aberta” (open conversation) – ou seja, um diálogo, ou debate, realizado inicialmente entre poucas pessoas, que aos poucos agrega outros participantes através da ferramenta.

O repórter relata sua participação em um evento fechado no qual os participantes começaram a "tuitar" sobre o debate, abrindo a discussão para outros usuários, presentes ou não no mesmo local.

A revista também destaca celebridades utilizando o Twitter e meios como a ferramenta pode modificar o meio de negócios na internet.

Segundo Paul Boutin, do blog Venture Beat, a promessa da matéria de explicar como o Twitter mudará nossas vidas não foi cumprida.

– Johnson conta o episódio em que ele estava em uma importante e fechada conferência quando – Oh, meu Deus! – as pessoas começaram a postar no Twitter sobre o evento – ironiza Boutin.

No Twitterati, o artigo também não recebe grandes elogios. Segundo Mark Evans, a matéria não traz nenhuma epifania sobre a ferramenta, ou grande esclarecimento.

Surgindo em março de 2006, o Twitter ganhou bastante visibilidade neste ano, quando celebridades passaram a utilizar o microblog. Entre elas estão Ashton Kutcher, Britney Spears, Oprah Winfrey e Barack Obama.

A rede tem cerca de 10 milhões de usuários em todo o mundo, gerou várias aplicações de terceiros para computadores e celulares, visando facilitar o uso do sistema, e tem ganho cada vez mais espaço na mídia.

fonte : http://www.clicrbs.com.br/

Twitter | @roquetao
Recomendo 0%   Não recomendo 0%
Não Logado
Usuário não logado. Clique aqui para entrar.
Enviar voto
Seu voto foi inserido com sucesso.
Favorito
Novidade adicionada aos favoritos com sucesso.
Favorito
Esta novidade já foi adicionada aos favoritos.
Erro
Erro, por favor tente novamente em instantes.
Denúncia
A denúncia foi feita com sucesso.
Denúncia
Você já denunciou esta novidade.

[Review] Som & Fúria

Por mateusroque, em 08/07/2009
A nova mini-série da Rede Globo , "Som & Fúria" , teve sua estreia com 19 pontos marcados no IBOPE (o mesmo número alcançado pelo funeral de Michael Jackson [R.I.P.] na mesma emissora) . Um pouco lamentável para a emissora ( Toma Lá, Dá Cá alcançava mais de 20 pontos .) , porém quem dera que a Record ou a Band tivesse esse sucesso !

Veja o pequeno review abaixo :

Dirigida por Fernando Meirelles (Cidade de Deus), ela é uma adaptação de Slings and Arrows, série canadense que retrata o dia a dia de uma companhia teatral shakesperiana.

Com 12 capítulos, o programa ficará no ar durante as três semanas das férias escolares, nos horários ocupados por Caceta e Planeta, Toma Lá, Dá Cá, Força-Tarefa e Tudo Novo de Novo.

O elenco conta no elenco com Pedro Paulo Rangel, Regina Casé, Andréa Beltrão e Felipe Camargo. Dan Stulbach, Daniel Oliveira, Maria Flor, Débora Falabella e Paulo Betti também participam da série.

fonte : http://rd1audienciadatv.wordpress.com

Twitter | @roquetao
Recomendo 0%   Não recomendo 0%
Não Logado
Usuário não logado. Clique aqui para entrar.
Enviar voto
Seu voto foi inserido com sucesso.
Favorito
Novidade adicionada aos favoritos com sucesso.
Favorito
Esta novidade já foi adicionada aos favoritos.
Erro
Erro, por favor tente novamente em instantes.
Denúncia
A denúncia foi feita com sucesso.
Denúncia
Você já denunciou esta novidade.

[Review] True Blood - 1ª Temporada .

Por mateusroque, em 08/07/2009
A série tem como base os livros de Charlene Harris, publicados entre 2001 e 2009. Conhecidos como The Southern Vampires Mysteries, a autora já publicou nove livros narrando as aventuras de Sookie e seus amigos: "Dead Until Dark", "Living Dead in Dallas", "Club Dead", "Dead to the World", "Dead as a Doormail", "Definitely Dead", "All Together Dead", "From Dead to Worse" e "Dead and Gone". Também existem alguns contos e histórias curtas estreladas por personagens da série de livros e que não contam com as participações de Sookie.

A trama é simples. Temos uma jovem sulista que se apaixona por um vampiro chamado Bill. Ambos enfrentam as oposições das sociedades que eles representam, as quais, cada uma à sua maneira, não aceitam esta miscigenação.

Quando a série estreou causou reações opostas, alguns críticos gostaram, outros acharam o piloto "esquisito" e outros simplesmente não gostaram. Mas o público, leitor da obra de Harris, demonstrou interesse e ansiedade para conhecer a visão de Alan Ball. O painel da série na Comic Con de 2008 foi o mais concorrido, sinal de que a produção não passaria desapercebida quando estreasse na TV.

A resposta foi rápida e a prova mais recente de que a série agradou está no fato de que a primeira temporada em DVD já alcançou a marca de 1 milhão de boxes vendidos somente nos EUA em um único mês.

Se é uma obra de arte? Não, mas tem consistência e apelo popular. O apelo está na trama principal, um "Romeu e Julieta" vampiresco. Mas se você procura por algo mais denso e profundo, dê uma olhada mais de perto na série e encontrará um ambiente riquíssimo e uma construção de personagens que vale a pena acompanhar.

Situada em uma cidade do sul dos EUA a série, em sua primeira temporada, traz uma boa seleção de personagens e situações que representam de forma abrangente os hábitos e costumes sulistas. Não apenas no sotaque, mas na linha de pensamento e comportamentos, retratados em pequenos comentários aparentemente desnecessários, passando por atitudes que para os desavisados podem parecer absurdas, chegando no desenrolar da própria trama em si.

Charlene Harris soube explorar uma cultura ainda atrasada abordando questões como o preconceito à relacionamentos entre duas raças distintas, a presença do pensamento e atitudes religiosas que estão enraigadas nas comunidades sulistas, as questões políticas, passando pelos vícios, chegando à essência do ser humano e seu medo à solidão, temperadas à uma linguagem de metáforas.

Trazendo para as telas da TV, os roteiristas souberam captar esta mensagem. Entre fantasias, folclores e mitos a série explora a imaginação humana questionando comportamentos, seduzindo com imagens de atos sexuais intensos (para a faixa etária a qual se destina) e instigando a curiosidade do público sobre o destino dos personagens.

A primeira temporada tem como base o livro "Dead Until Dark". A série começa com a informação de que os vampiros "saíram do caixão", alusão ao termo "saíram do armário" dado aos homossexuais. Eles convivem na sociedade junto com os humanos graças ao surgimento do sangue sintético desenvolvido por uma empresa japonesa (ótimol!) o qual é vendido em garrafas.

Assim, com o "True Blood", o sangue sintético, a sociedade pode ficar tranqüila em saber que os vampiros estão à solta. Estes, por sua vez, buscam uma legitimação, criando fundações e associações para defenderem seus direitos junto à sociedade dos humanos. É claro que existem as gangues, que não aceitam limitações impostas ao seus estilos de vidas e portanto escolhem viver à margem de sua própria sociedade.

No elenco principal da trama temos Sookie (Anna Paquin) uma jovem garçonete capaz de ler os pensamentos das pessoas. Este dom foi descoberto quando ela ainda era criança e, aparentemente, todos na cidade sabem sobre ele. Este dom será sua salvação e seu castigo posteriormente.

Criada pela avó que lhe dá total liberdade de tomar suas próprias decisões, algo raro no ambiente em que ela vive, Sookie demonstra ser uma jovem inteligente e corajosa. No entanto, aos poucos, o público vai percebendo que ela é apenas uma menina no corpo de uma mulher adulta.

Inexperiente, ingênua, de pouca cultura, deslumbrada pelo novo Sookie vai aos poucos descobrindo o mundo em que ela vive. Protegida pela avó, Sookie não conhece de fato as pessoas e do que elas são capazes. Ao longo da primeira temporada ela vai caindo em si, o que a leva a decepcionar-se com alguns e a agarrar-se a outros. Sua vida sofre uma reviravolta e a pouca experiência de vida de Sookie a faz ficar sem base para tomar as decisões. Sua honestidade para consigo e seus sentimentos são as únicas armas que ela tem para enfrentar o mundo que se abre para ela.

Neste mundo está seu irmão, Jason (Ryan Kwanten), um jovem viciado em sexo que logo encontra outro vício ao qual dedicar-se: o sangue dos vampiros que dá aos seres humanos a capacidade de elevar seus sentidos, em uma alusão ao uso das drogas. Posteriormente Jason irá se dedicar à religião, a qual será explorada pela série como um vício da humanidade.

Tara Thorton (Rutina Wesley) é a melhor amiga de Sookie. Mas a jovem tem grandes problemas. Talvez a personagem que melhor represente uma a vida no sul dos EUA. Negra, filha de mãe alcóolatra, sem pai, cresceu praticamente sozinha tendo o apoio da avó de Sookie. Apaixona-se por um jovem que não percebe sua existência e não consegue manter um relacionamento ou um emprego. O rancor e a tristeza acumulados durante anos endureceram Tara que acredita não precisar de ninguém para viver. Mesmo sabendo não ser verdade, Tara afasta todos que a cercam com um diálogo rude e sincero em excesso.

Sua relação com a mãe é um dos pontos altos desta temporada. Através das duas temos a oportunidade de ver explorada as questões de fé, do vício, da dor de um relacionamento entre mãe e filha, bem como do abandono.

Por curiosidade, Rutina Wesley substituiu Brook Kerr, que chegou a filmar os dois primeiros episódios.

Ainda no elenco central desta primeira temporada temos o jovem Sam Merlotte (Sam Trammell) o rapaz "boa gente", apaixonado por Sookie, incompreendido e solitário que busca por alguém a quem amar. Logo descobrimos que existe uma longa história por trás do rapaz aparentemente apático. Ele irá representar uma das tramas que será posteriormente explorada.

E, é claro, temos o vampiro Bill. Curiosamente, Alan Ball não escolheu um modelo de capa de revista para interpretar o romântico vampiro. Stephen Moyer mais parece um ator de filmes pornôs dos anos 70 que propriamente um herói romântico do século XXI. Mas ele dá conta do recado em sua segunda incursão como vampiro. A primeira foi na minissérie britânica "Ultraviolet", de 1998.

Bill surge do nada na vida de Sookie (e da atriz Anna Paquin, já que os dois começaram a namorar depois que se conheceram no episódio piloto). Solitário, Bill não se envolve nem mesmo com sua própria gente, os vampiros. Ele servirá de elo de ligação entre os dois mundos promovendo situações de risco para Sookie e seus amigos, ao mesmo tempo em que luta para conseguir demonstrar seus sentimentos à muito adormecidos.

Sua história será narrada ao longo da primeira temporada, fazendo com que o público o aceite e dê suporte para sua história de amor, a qual ao longo de toda a série sofrerá com os interesses e atitudes de terceiros.

Em sua primeira temporada "True Blood" conseguiu apresentar sua proposta e provar sua força junto ao público. No entanto, a série dependerá do pulso firme de Alan Ball para não correr o risco de se perder ao longo de sua jornada. Visto que ela se apóia em dois elementos significativos: a trama de aventuras fantásticas e a construção sócio cultural de personagens/ambiente presentes nos livros.

Desta forma, com a fama, Ball precisa controlar os interesses econômicos e populares para não permitir que a aventura se sobreponha ao embasamento cultural no qual a série foi contruída e o qual lhe dá a legitimidade junto à uma crítica especializada.

Com uma bela fotografia que trabalha os tons fortes ao longo do dia e a cor acizentada com o jogo de luz e sombra durante a noite, a série mantém a presença do ambiente sulista em seus cenários e figurinos mesmo sendo filmada em Los Angeles; apesar de pequenos escorregões, como a presença de uma palmeira no episódio 10.

A trilha sonora é assinada por Nathan Barr em seu primeiro trabalho significativo na TV. No cinema ele foi assistente para as trilhas de "Melhor Impossível" e "O Príncipe do Egito" e assinou a trilha de "Os Gatões", entre outros.

Review por : http://revistatvseries.blogspot.com

Twitter | @roquetao
Recomendo 0%   Não recomendo 0%
Não Logado
Usuário não logado. Clique aqui para entrar.
Enviar voto
Seu voto foi inserido com sucesso.
Favorito
Novidade adicionada aos favoritos com sucesso.
Favorito
Esta novidade já foi adicionada aos favoritos.
Erro
Erro, por favor tente novamente em instantes.
Denúncia
A denúncia foi feita com sucesso.
Denúncia
Você já denunciou esta novidade.
 
Sobre | Contato | Dúvidas | Política de Privacidade | Termos de Uso
Novo comentário
Comentário inserido com sucesso.
Substituir comentário
Comentário substituido com sucesso.
Substituir comentário
Deseja substituir a sua opinião antiga?
Título: 
Novo comentário
Comentário inserido com sucesso.
Substituir comentário
Comentário substituido com sucesso.
Substituir comentário
Deseja substituir a sua opinião antiga?
Título: 
Novo comentário
Comentário inserido com sucesso.
Substituir comentário
Comentário substituido com sucesso.
Substituir comentário
Deseja substituir a sua opinião antiga?
Título: